Ola pessola tudo ble depois de um sufoco que eu passei pra mudar o template e tentar deixar agradave pra todos, estou trazendo meu 1 comentario e o carro é logico uma maquina o novo VW Tinguan vcs que estao no ramo de automoveis ja devem conhecer pros outros que na conhecem ainda ai esta uns dos novos lançamentos da volkswagen porem estou mostrando ele em uma forma diferente ou seja tunado ble ABT eu queria trazer a Tunagem que a B&B fez pra essa versao tambem porem so consegui achar essa versao como wallpaper o da B&b as imagens que se encontram sao muito pequenas bom entao é isso ai espero que gostem da postagem e ... nada já escrevi de mais suahsuhaus até a proxima
Monday, May 4, 2009
Troca de Anéis - 6ª Parte
Se você ainda não leu a 1ª parte, 2ª parte, 3ª parte, 4ª parte e 5ª parte de Troca de Anéis, pode ser que fique em duvidas no texto seguinte.
Abrasivos deixados no motor durante a revisão
Outra causa de desgaste abrasivo são os resíduos que ficam no motor, se não houver uma limpeza eficiente após uma retificação dos cilindros ou se forem esmerilhados válvulas no próprio motor.
Para se evitar essa presença de abrasivos no motor, os cilindros devem ser cuidadosamente limpos após a retificação e a tubulação de admissão deve ser retirada antes de se esmerilharem os assentos das válvulas, bem como a poeira grossa e pó de esmeril, poderão cair nas aberturas ou serem sopradas para dentro da tubulação de admissão durante a limpeza e logo que o motor for posto em funcionamento, esse material abrasivo muito duro será aspirado para dentro dos cilindros danificando os anéis, pistões e cilindros.
Abrasivos através do sistema de respiro do cárter
Também pelo respiro do cárter podem penetrar abrasivos no motor.
Em uma das extremidades do respiro do cárter, geralmente, existe um filtro de ar de malha metálica embebida em óleo ou de papel filtrante dobrado. O fluxo de ar que passa frente a boca do cano de ventilação, cria um ligeiro vácuo que atrai as exalações e os vapores formados no cárter. Quando um elemento filtrante do tipo malha metálica ficar muito impregnado de sujeira, o ar de ventilação do cárter passara a conter abrasivos que serão levados para o interior do motor e no caso de elementos de papel impregnados de sujeira, a circulação será reduzida ou interrompida completamente provocando outro tipo de anomalia.
Por essa razão, os elementos filtrantes e a tampa de respiro do cárter devem ser removidos e revisados em intervalso de 3.000 a 6.000 quilômetros, de acordo com as condições de serviço do motor.
Abrasivos através dos sistema de frenagem “Hidrovácuo”
Como este sistema de frenagem usa um cilindro acionado pelo vácuo da admissão e pela pressão atmosférica do ar, todas as vazes que se usam os freios, o ar passa da unidade hidrovácuo para a tubulação de admissão do motor. Consequentemente, se o purificador de ar no freio hidrovácuo não for revisado de acordo com as exigências, o ar como abrasivos será introduzido no motor por este meio.

Os purificadores de ar nos freios a vácuo exigem manutenção adequada.
Desgastes provocados por escoriação e corrosão
Estes tipos de desgastes, serão abordados quando Dr em motores chegar no assunto “Escoriações”.
Limpeza e exames dos pistões
Vimos até agora como se inspecionar os anéis e como se fazer um diagnostico a partir da analise do estado dos mesmos.
Passemos, portanto, ao exame dos pistões. Inicialmente deve-se preceder a uma boa limpeza das peças pois, assim, a análise será mais precisa, podendo-se observar uma série de detalhes que não seriam vistos por estarem cobertos por carvão, óleo, etc.
Mergulhe os conjuntos de pistões e bielas nu bom solvente liquido até que os depósitos de carvão amoleçam. Retire-os, então, e enxágüe-os de modo que fiquem totalmente limpos e deixe secar. Depois que os conjuntos estiverem secos, limpe cuidadosamente cada canaleta como um bom limpador de canaletas ou com a extremidade afiada de um anel quebrado, de modo que tanto as superfícies laterais, como toda a área do fundo da mesma, apareçam como metal limpo. Limpe cuidadosamente evitando raspar desnecessariamente o metal dos pistões.

Limpeza das canaletas.
Nunca limpe a área dos anéis e as saias dos pistões com escovas de aço, elétricas ou manuais, pois, elas tendem a arranhar os lados das canaletas e a arredondar os cantos externos, diminuindo assim a área de apoio do anel na canaleta.
É igualmente desaconselhada a utilização de limpeza com jatos de areia pois, esta prática, além de desgastar o pistão e a canaletas, deixa incrustado no pistão, abrasivos que irão fatalmente desgastar is cilindros e anéis.
As canaletas de pistões novos devem ser cuidadosamente examinadas para verificar se não há rebarbas que possam impedir a liberdade de movimentos dos anéis.
Depois de limpar cuidadosamente os pistões, examine-os atenciosamente, verificando se não existe rachaduras na cabeça ou na saia, ou deformação ou quebra nas canaletas. Os pistões que apresentarem esses defeitos ou que tiverem as saias escoriadas deverão ser substituídos.
Abrasivos deixados no motor durante a revisão
Outra causa de desgaste abrasivo são os resíduos que ficam no motor, se não houver uma limpeza eficiente após uma retificação dos cilindros ou se forem esmerilhados válvulas no próprio motor.
Para se evitar essa presença de abrasivos no motor, os cilindros devem ser cuidadosamente limpos após a retificação e a tubulação de admissão deve ser retirada antes de se esmerilharem os assentos das válvulas, bem como a poeira grossa e pó de esmeril, poderão cair nas aberturas ou serem sopradas para dentro da tubulação de admissão durante a limpeza e logo que o motor for posto em funcionamento, esse material abrasivo muito duro será aspirado para dentro dos cilindros danificando os anéis, pistões e cilindros.
Abrasivos através do sistema de respiro do cárter
Também pelo respiro do cárter podem penetrar abrasivos no motor.
Em uma das extremidades do respiro do cárter, geralmente, existe um filtro de ar de malha metálica embebida em óleo ou de papel filtrante dobrado. O fluxo de ar que passa frente a boca do cano de ventilação, cria um ligeiro vácuo que atrai as exalações e os vapores formados no cárter. Quando um elemento filtrante do tipo malha metálica ficar muito impregnado de sujeira, o ar de ventilação do cárter passara a conter abrasivos que serão levados para o interior do motor e no caso de elementos de papel impregnados de sujeira, a circulação será reduzida ou interrompida completamente provocando outro tipo de anomalia.
Por essa razão, os elementos filtrantes e a tampa de respiro do cárter devem ser removidos e revisados em intervalso de 3.000 a 6.000 quilômetros, de acordo com as condições de serviço do motor.
Abrasivos através dos sistema de frenagem “Hidrovácuo”
Como este sistema de frenagem usa um cilindro acionado pelo vácuo da admissão e pela pressão atmosférica do ar, todas as vazes que se usam os freios, o ar passa da unidade hidrovácuo para a tubulação de admissão do motor. Consequentemente, se o purificador de ar no freio hidrovácuo não for revisado de acordo com as exigências, o ar como abrasivos será introduzido no motor por este meio.

Os purificadores de ar nos freios a vácuo exigem manutenção adequada.
Desgastes provocados por escoriação e corrosão
Estes tipos de desgastes, serão abordados quando Dr em motores chegar no assunto “Escoriações”.
Limpeza e exames dos pistões
Vimos até agora como se inspecionar os anéis e como se fazer um diagnostico a partir da analise do estado dos mesmos.
Passemos, portanto, ao exame dos pistões. Inicialmente deve-se preceder a uma boa limpeza das peças pois, assim, a análise será mais precisa, podendo-se observar uma série de detalhes que não seriam vistos por estarem cobertos por carvão, óleo, etc.
Mergulhe os conjuntos de pistões e bielas nu bom solvente liquido até que os depósitos de carvão amoleçam. Retire-os, então, e enxágüe-os de modo que fiquem totalmente limpos e deixe secar. Depois que os conjuntos estiverem secos, limpe cuidadosamente cada canaleta como um bom limpador de canaletas ou com a extremidade afiada de um anel quebrado, de modo que tanto as superfícies laterais, como toda a área do fundo da mesma, apareçam como metal limpo. Limpe cuidadosamente evitando raspar desnecessariamente o metal dos pistões.

Limpeza das canaletas.
Nunca limpe a área dos anéis e as saias dos pistões com escovas de aço, elétricas ou manuais, pois, elas tendem a arranhar os lados das canaletas e a arredondar os cantos externos, diminuindo assim a área de apoio do anel na canaleta.
É igualmente desaconselhada a utilização de limpeza com jatos de areia pois, esta prática, além de desgastar o pistão e a canaletas, deixa incrustado no pistão, abrasivos que irão fatalmente desgastar is cilindros e anéis.
As canaletas de pistões novos devem ser cuidadosamente examinadas para verificar se não há rebarbas que possam impedir a liberdade de movimentos dos anéis.
Depois de limpar cuidadosamente os pistões, examine-os atenciosamente, verificando se não existe rachaduras na cabeça ou na saia, ou deformação ou quebra nas canaletas. Os pistões que apresentarem esses defeitos ou que tiverem as saias escoriadas deverão ser substituídos.
Saturday, May 2, 2009
Friday, May 1, 2009
De volta ao passado 6ª edição - Chevrolet Chevelle
Novamente em foco, no filme Velozes e Furiosos 4, sendo pilotado pelo ator Vin Diesel, o Chevrolet Chevelle foi criado visando o publico mais jovem.Como a Chevrolet em 1963 havia lançado o Chevy II e percebeu que existia uma lacuna no seguimento dos médios. Foi então com receio de perder uma grande fatia do mercado para a Ford, American Motors e Chrysler em 1964 lançou o Chevelle.
O carro veio com muitas variações de versões que incluíam o esportivo SS, o Malibu, o 300, um conversível e uma Perua. E ainda tinha as opções de 2 ou 4 portas uma grande variedade de motores, indo de seis-cilindros básico, com cilindrada de 3,2 a 3,8 litros, V8 de 283 pol3 e até o small block 327, de 5,36 litros, que entregava entre 250 a 300 cv.
No ano de 1965 surge as primeiras modificações, o Chevelle recebe novas lanternas traseiras, uma nova grade e o motor big block, de 6,5 litros. Foi justamente com este motor que ele entra para o Hall dos muscle-cars. O carro era bem visto podia ser usado pela família ou também usado pelos jovens nas provas de arrancadas.Em 1966 teve seu estilo todo modificado tendo alterações no teto, pára-lamas, grade, faróis e lanternas. Tornava-se mais longo e aerodinâmico.
O SS tinha três opções de motores o L35 básico, de 325 cv a 4.800 rpm e 56,6 m.kgf de torque; o L34, de 360 cv a 5.200 rpm e 58 m.kgf, com um comando mais bravo e carburador de maiores dimensões; e o topo-de-linha L78, de 375 cv a 5.600 rpm e 57,3 m.kgf de torque. Dentro do pacote Z16 havia ainda a opção de tuchos mecânicos, para trabalhar em rotações mais altas, coletores de escapamento redimensionados, válvulas de cabeçote do 427, taxa de compressão de 11:1, coletor de admissão em alumínio e um carburador Holley com capacidade de 800 cfm.
O SS passou a ser chamado de SS 396 para separa-lo dos outros SS’s. Fora redesenhado, com novos pára-choques e duas entradas de ar falsas no capô, que virou marca registrada da versão.
Em 1967 surgiram os novos motores com seis cilindros (3,8 e 4,1 litros), o V8 básico 283 (4,6 litros), passando pelos small blocks 327, de 275 a 325 cv, e as mesmas opções para o 396 (L35, L34 e L78). Pneus mais largos em rodas de 14 pol e freios a disco dianteiros. A transmissão automática Turbo Hydramatic, de três velocidades, passava a ser alternativa à Powerglide de duas marchas e às manuais de três e quatro marchas.Em 1968 o Chevelle já não tinha semelhança com seus antecessores tinha o capo mais longo, teve o entreeixos reduzido os motores 6 cilindros e V8 continuavam os mesmos, só os small blocks que vieram com algumas diferenças.
Em 1969 surgiu o motor 396 L89, que era o mesmo 396 L78, porém em alumínio. O estilo mudou apenas os pára-choques e os faróis. Os seis-cilindros e o V8 307 continuavam em produção, mas o 327 deixava a linha de todos os Chevrolets para dar lugar ao clássico 350 (5,7 litros), com potência de 250 a 300 cv, este com carburação quadrijet.Os big blocks continuavam com a denominação 396, embora tivessem sido modificados para 402 pol3 (6,6 litros). A Chevrolet, depois de gastar muito em publicidade, decidiu manter o número, pois a denominação SS 396 estava disponível para todos os modelos, como o Malibu Sport Coupé, o Chevelle 300 com ou sem coluna central e até mesmo o picape El Camino.
O ano de 1970 foi o auge de desenvolvimento do Chevelle. Foi um modelo único, fabricado somente nesse ano, com linhas "musculosas", grade reta com quatro faróis incorporados aos pára-lamas e lanternas traseiras quadradas integradas ao pára-choque.Todos os motores eram os mesmos, menos o L35, que deixava de ser produzido. Mas passava a equipar o Chevelle um dos maiores big blocks utilizados na indústria até então: o LS5 454 (7,4 litros) de 360 cv a 5.400 rpm e 69,1 m.kgf (500 libras-pé) de torque a 3.200 rpm. Derivado do V8 427, tinha maior curso dos pistões; por isso oferecia menos potência do que o L78 e o L89, mas com mais torque, como preferem os americanos.
Ainda em 1970 o Chevelle ganhava um "irmão" mais elegante: o Monte Carlo. Pensando em retornar às competições, a Chevrolet havia descartado o uso do Impala, pois precisava de um carro menor e mais ágil. Decidiu então desenvolver um duas-portas com sua classe na plataforma do Chevelle de quatro portas. Suas linhas eram elegantes e até hoje possui o maior capô já utilizado em um carro da General Motors.
Em 1971 foi um dos piores para a industria automobilística americana. A poluição nos grandes centros tornava-se preocupante e o governo tomava decisões drásticas. As companhias de seguro estavam muito descontentes com a "febre" dos muscle-cars, carros de centenas de cavalos sob o capô, mas com freios e suspensão subdimensionados, que não raro resultavam em graves acidentes.
Em 1972 a situação ficava ainda mais crítica: a versão SS passava a ser apenas um pacote de opcionais para qualquer Chevelle V8. O resultado podia ser visto em Chevelles SS com motor 307 V8 de 130 cv líquidos. Deve-se observar que, por decisão do governo americano, a partir do ano-modelo 1972 todo fabricante passava a informar a potência e o torque líquidos em vez dos brutos, obtidos segundo a norma J1349 da SAE (Society of Automotive Engineers, sociedade de engenheiros automobilísticos). A mudança, por si só, representava cerca de 35% de redução nos valores numéricos.
Em 1973 marcou o fim da estrada para a versão SS. A popularização do pacote SS fora tal que estava disponível até mesmo para a perua Chevelle de cinco portas. O carro perdia muito em estilo, com linhas nada harmoniosas. O golpe final seria dado com a crise do petróleo naquele ano, abrindo caminho para que os eficientes japoneses tomassem de vez o mercado americano. O L65 possuía apenas 145 cv a 4.000 rpm.
Em 1974 a versão Laguna substituía a SS como topo de linha. Como atrativo trazia os assentos dianteiros giratórios, fazendo do Chevelle mais um carro de luxo no mercado. Apesar disso, as vendas começavam a aumentar por causa de seu retorno às pistas em 1975, quando a Chevrolet colocava no mercado o Laguna S. A maior novidade era o estilo aerodinâmico do capô, antecipando algumas tendências de estilo vistas no Camaro.Apesar do sucesso nas pistas, que aumentava as vendas com base na filosofia americana do win on Sunday, sell on Monday (vença no domingo, venda na segunda-feira), a prioridade da Chevrolet era conforto, não desempenho. Descaracterizado como produto, a situação continuou até 1977, quando o nome Chevelle deixou de existir, dando lugar ao Chevrolet Malibu. Mais compacto e leve, ele continuou a saga com os derivados do Chevelle, como o El Camino e o Monte Carlo. Este recebia como herança o lugar do Chevelle na NASCAR, a categoria americana de carros de passageiros altamente modificados, posto que ocupa até os dias de hoje.
Fonte
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